sábado, 28 de agosto de 2010

Das flores e dos botões

Essa lapada, aqui, é a pedidos. Não pude resistir aos pedidos dos meus perversos leitores masoquistas. Lá vai. Sintam a lapada:


Das flores e dos botões


Minha jeba despenca e em tua vulva adentra.
Minha rola robusta rebola em tua bunda
rufante e fedida,
ardendo em ferida;
canal contundente,
convulso e crescente.
Anal sepulcral que comprime meu pau.
E essa xota vermelha!
Melada centelha.
Caverna carnuda,
profunda, raçuda,
guerreira, garrida,
garganta florida.
Esfrega tão louca. Espalha em minha boca
um suco ardente,
salobo e bem quente.
Alterno um pouco
no ocado brioco.
Com muito cuidado
desfiro o cajado
no olho enrrugado
que pisca exaltado.
  Portanto digamos,
o quão é macio
 o mais belo funil
 que é um bom ânus.

7 comentários:

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk que maldade!

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  2. esse louco fica mandando isso pro seu celular que eu sei e já vi, e pior, em pedaços,só pra matar a pobre moça.

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  3. Ora, anônimo! Não me tome por monstro. Parece até que sou um açogueiro!

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  4. Mas é claro q isso é pornografia. É pornografia romântica, bicho!

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  5. É realmente retiro o que eu disse, pois o termo deriva do grego "pórne" = prostituta, "grafé" = representação. Então com isso o que tu fez ai nem é pornografia muito menos pornografia romântica (cadê a prostituta?) isso ai é...talvez uma poesia proibida pra menores de 18 anos.

    Valeu elemento.

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